...mas acabou dando certo.
Vivemos num mundo de provas e expiações (pena, pagamento) e aqui nada é felicidade plena, realização total, sempre haverá em nossos caminhos obstáculos, alto e baixos, alegrias e tristezas, fases tranquilas e fases conturbadas.
Estava eu na minha vidinha, em paz, quando no dia 19 de fevereiro, há 3 semanas, celular toca e os amigos do meu filho avisam que o Gabriel caiu do skate. Os meninos, bem espertos, já tinham ligado pro SAMU e lá fui eu pra Santa Casa da minha cidade.
Resultado da queda: luxação do cotovelo, ou seja, os ossos se desencaixaram.
Na minha pequena cidade, sem ortopedista no plantão fomos para a cidade vizinha para fazer a tal da redução (procedimento que poem os ossos no lugar), mas este procedimento poderia ocasionar uma fratura...e foi isso que aconteceu.
Enfim, ossos no lugar, uma fratura e ele teria que ficar internado para fazer uma cirurgia e por um parafuso.
São coisas que acontecem tão de repente e pega a gente totalmente desprevenida.
Em resumo, ficamos no hospital, no dia seguinte ele foi operado no final da tarde, no outro dia teve alta.
Na quarta-feira desta semana ele voltou ao hospital para tirar os pontos e também foi liberado de usar uma tala para manter o braço na posição correta.
Minha gratidão por tudo isso ter terminado bem, apesar dos inconvenientes de passar quase 48 horas num hospital, depois mais algumas horas para tirar os pontos.
Gabriel, 16 anos, se portou muito bem, sem mimimi, nem chorou ou desmaiou na hora de por, a sangue frio, o cotovelo no lugar.
Levou tudo numa boa.
Teve alta numa terça-feira a tarde e na quarta-feira de manhã já tava assistindo aula.
Só assistindo, pois o braço quebrado foi o direito e filhote é destro.
Foram dias tensos e cansativos, muitas idas e vindas entre a minha cidade e São José do Rio Preto, distante uns 50 Km, mas meu marido estava presente quando eu estava ausente e não podia faltar no trabalho, tive a colaboração de familiares para ficar com a minha filha e a atenção de amigos.
Minha gratidão a todas essas pessoas que colaboraram ou se preocuparam, ligando e mandando mensagens.
Gratidão por mais uma fase conturbada, pois são nesses momentos que nos tornamos mais fortes.
Gratidão pois, apesar do susto e da correria, foi um acontecimento que não trouxe grandes consequências.
Gratidão por meu filho ainda ser jovem e ver que por conta disto sua recuperação foi e está sendo excelente.
E gratidão por eu estar aqui na blogagem coletiva #52semanasdegratidao contando para vocês sobre mais uma fase difícil da minha vida, mas com final feliz!
Participe e conheça outras histórias no blog da Elaine Gaspareto.
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